Menos impostos, mais empregos

A taxa de desemprego apurada pelo IBGE nas seis principais regiões metropolitanas do país ficou em 7% no mês de junho passado, portanto, muito próxima de países como Canadá, Reino Unido e Alemanha. Esses números oficiais me incentivam a continuar defendendo a bandeira de uma ampla reforma tributária, que possa cortar impostos e aliviar a brutal carga, atualmente em torno de 36% do PIB do país, que pesa nos custos das empresas e nos salários dos trabalhadores. Eu defendo a tese de “Menos Impostos, Mais Empregos”. A sociedade não aguenta pagar tanto tributo embutido em produtos e serviços.

Precisamos urgentemente reformar o sistema tributário brasileiro para fazer o Estado cobrar menos do cidadão, gastar menos em seu custeio e investir melhor o que arrecada em benefício da sociedade, da educação, da saúde, do meio ambiente, da ciência e tecnologia, da cultura, do esporte, da segurança. Esse debate é fundamental e deve-se dar no Congresso Nacional imediatamente, assim que tomarem posse os novos deputados federais e senadores.

Quero estar lá, na Câmara Federal, para levantar essa bandeira e criar um movimento vigoroso em defesa do crescimento, do emprego, da justiça tributária. O Brasil, infelizmente, ainda é uma nação injusta. Aqui, quem paga mais imposto, proporcionalmente, são os pobres. Reduzir imposto beneficia toda a população, especialmente os menos favorecidos. Menos imposto significa mais consumo, mais emprego, mais crescimento econômico, mais cidadania. Quem concordar com essa proposta venha comigo!

Vamos mudar o Brasil para melhor, criando leis socialmente mais justas e um ambiente mais propício ao desenvolvimento sustentável.

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